terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Seleção Brasileira no Espírito Santo

A seleção brasileira jogou apenas uma vez no Espírito Santo no ano de 1996, a partida contra a Polônia no Engenheiro Alencar Araripe em Cariacica estabeleceu uma marca história para um personagem que é a cara da seleção, trata-se de Zagallo, o Velho Lobo chegou aos 100 jogos como treinador da amarelinha, então com  64 anos ele chegava com 71 vitórias, 23 empates e apenas 05 derrotas, ele que foi bicampeão como jogador em 1958 e 1962, em 1970 como treinador e em 1994 como coordenador técnico, além do vice em 1998. Sua história se confunde com a da seleção,  ele que nos deixou em 05 de janeiro de 2024 aos 93 anos recebe esta pequena homenagem.


A partida serviu para o técnico Zagallo decidir as últimas dúvidas em relação à convocação para Olimpíada de Atlanta, foram testados os zagueiros Ronaldo Guiaro e Narciso e os atacantes Ronaldo, Marques e Luizão. A seleção contava vários nomes de peso, ídolos de clubes dentro e fora do Brasil, Ronaldo Fenômeno, Dida, Roberto Carlos, Bebeto, Rivaldo, Aldair(que jogou no Espírito Santo pelo Rio Branco), Juninho Paulista e Luizão eram os mais badalados
No gramado do Araripe a Polônia abriu o placar com apenas 15 minutos de partida após jogada de Karwan pela ponta esquerda. Ele cruzou rasteiro, e a bola sobrou para Dubicki finalizar.
A seleção sentiu o gol só colocando a cabeça no lugar e a bola no chão aos 30, tanto que aos 34 Zé Maria recuperou uma bola na ponta direita e cruzou para Bebeto empatar.
No segundo tempo o Brasil dominou a Polônia por completo. Aos 18 Narciso virou a partida completando cruzamento de Juninho, detalhe que ele usava o icônico número 13 que Zagallo tanto amou em vida. Seguindo o domínio aos 40 minutos Bebeto grande destaque da partida fechou o placar após boa jogada de Luizão que entrou no 2º tempo. Brasil 3x1 placar final.

Lances da partida, a primeira imagem gol de Narciso, 2º Bebeto fecha o placar e a equipe sai para comemorar. 



Ficha técnica
Local: Engenheiro Araripe, em Cariacica (ES)
Juiz: José García Aranda (ESP)
Público: 10.400 pagantes
Cartões amarelos: Piekarski(Pol), Krzetowski (Pol), Narciso(Bra) e Amaral (Bra)
Gols: Dubicki(Pol), aos 15min, e Bebeto(Bra), aos 34min do 1º tempo; Narciso(Bra), aos 23min, e Bebeto(Bra), aos 40min do 2º tempo
Brasil: Danrley (Dida); Zé Maria (Zé Elias), Aldair, Ronaldo Guiaro (Narciso) e Roberto Carlos; Flávio Conceição, Amaral e Rivaldo; Juninho; Bebeto e Ronaldo (Marques, depois Luizão). Técnico: Mario Jorge Zagallo.
Polônia: Dudek; Zewlakow, Krzetowski, Nowak e Skrzypek; Wilk (Wojnecki), Malinowski (Krzyzanowski), Kaczmarczyk (Bak) e Piekarski (Berensztajn); Dubicki e Karwan (Majewski). Técnico: Edward Lorens.



Diferente da seleção principal a olímpica já disputou várias partidas em solo capixaba, inclusive levantando taça. Foram amistosos contra Desportiva, Rio Branco e Colatina por exemplo.

Em 2002 aconteceu o Torneio Internacional Sub-20 com a presença de Brasil, Paraguai, Uruguai e Equador, torneio disputado em turno único todos contra todos, a estreia foi em  8 de junho de 2022 goleada por 5x2 no Paraguai. 

Em 10 de junho de 2022 nova goleada agora por 4x1 sobre Equador, Fechando a tabela um clássico contra Uruguai onde o vencedor seria o campeão, o Brasil ainda jogava pelo empate por ter 6 pontos contra 4 do rival, mas o que se viu em campo foi um massacre, o impiedoso 7x0 no Kleber Andrade em 12 de junho de 2022 fechou com chave de ouro o título da competição.

Seleção em uma das partidas no Kleber Andrade


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segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Olímpico de Vila Velha

Nome: Olímpico Esporte Clube
Fundação: 15 de janeiro de 1964
Local: Bairro Centro de Vila Velha, Vila Velha



 Olímpico Esporte Clube foi fundado em 15 de janeiro de 1964  no Bairro Centro de Vila Velha, era um clube de festas que também possuiu uma equipe de futebol amadora que disputava competições e amistosos na várzea, não confundir com outro Olímpico de Vila Velha fundado em 1947. 

É mais um daqueles times que por não ter disputado profissional não vai ser encontrado quase nada, mas neste pequeno quebra cabeça já montamos cores, escudo e uniforme para guardar para eternizar mais um clube desconhecido do futebol capixaba via Memória Futebol Capixaba. 



Documento de 1973 autorizando a doação do terreno para o Olímpico EC



Local onde era a sede do Olímpico Esporte Clube, localizada na Rua Antônio Ataide Bairro Centro de Vila Velha





Os bailes e festas no Gardênia e na sede do Olímpico marcaram gerações 

Gardênia Azul
Na rua 23 de Maio, esquina com Luciano das Neves, estava localizado o Bar e Restaurante Gardênia Azul, de propriedade de Cloris Ferreira Corrêa e José Luiz de Freitas. Exploravam a vida boêmia da cidade com profissionalismo. O Gardênia Azul funcionava até altas horas da noite, principalmente nos fins de semana. 
Clube Olímpico
O Gardênia Azul, sendo um bar e restaurante bem montado àquele tempo, bem asseado, com mesas de pés de ferro e tampo de mármore, e onde as refeições eram feitas em reservado próprio, era ponto de referência para os encontros noturnos. De animado passava a animadíssimo quando a sede social do Clube Olímpico, que funcionava em cima do mesmo bar, promovia noites dançantes ao som de orquestras, que entrava pela madrugada adentro.

Muitos frequentavam simultaneamente o Gardênia Azul e o Olímpico. Dentre eles, com grata a saudosa recordação, lembremo-nos do amigo Luiz Fernando Rodrigues. Elegante dançarino, bem apessoado, sabia conduzir uma dama pelos quatros santos do salão, e Carminha com quem se casou que o diga. Era um dos que, como nos, frequentavam o bar durante os intervalos de descanso da orquestra. Atleta halterofilista, ele exibia seu físico na Praia da Costa com José Felipe, João Cruz e outros. Enquanto esteve nas lides forenses, destacou-se com petições bem elaboradas, pena não tenha prosseguido a carreira. Através de concurso público veio mais tarde a ocupar cargo de inspetor fiscal do Trabalho. Apostavam ele e José Luiz de Freitas, amigos de longa data, sobre qual deles assistiria a virada do século. O assunto terminava com um rindo do outro, mas no fundo eles queriam estar juntos quando isso acontecesse, mas ambos perderam a aposta e ganhou-a a adversidade.
Temos Átila Botelho de Freitas e seu irmão Heráclito (Nenê), Carino Duarte de Freitas Filho (Pingo) e os seus irmãos César e Tetete, Roberto Duarte e Cassiano, Alegal (já falecido), João Cruz (um atleta até hoje), Douglas Queiroz e seu irmão Djalma.
Com Djalma desfilávamos nos blocos de sujo do Carnaval de Vila Velha, seguindo mais tarde, de bonde, até Vitória. Como uma coisa puxa outra, lembramos também de dono Neneca, mãe desses nossos amigos, e que nas ocasiões dos festejos de Momo nos acolhia com paciência e atenção maternais. A sua casa era o ponto de apoio para as nossas saídas extravagantes, porém divertidas.
Não podemos esquecer também do elegante Ari Brás de Barros. Aloísio de Freitas (Aloisinho), sempre sorridente, comunicativo e atencioso. Atenção que certa ocasião nos custou um penoso preço, pois por causa dela tivemos que acompanhar três moças de Cachoeiro de Itapemirim até Argolas, à casa de parentes que estavam hospedadas. É que um primo que as tinha levado à domingueira do Olímpico não voltou a tempo para apanhá-las como tinha prometido. Aloísio e eu, pegando com elas o bonde das onze horas, saltamos em Paul sob o viaduto, subimos a ladeira até o alto de Argolas, local em que as deixamos. Para nossa decepção, na volta, ao chegarmos a Paul, sob o viaduto, notamos que o último bonde já estava descendo para Vila Batista, rumo a Vila Velha. O jeito foi caminhar pela noite a dentro, com a lua minguante aparecendo e desaparecendo em meio às nuvens, ora entre trilhos e dormentes, ora à margem da linha, até chegar a Vila Velha.
David Queiroz, o espirituoso e engraçado David, filho do casal Otávio Queiroz e dono Neneca, dava uma risada estridente e inimitável. Onde quer que estivesse – bonde, barca, cinema, clubes, bares ou ruas – , sua risada denunciava sua presença alegre e entendiam o seu espírito. Mas também sabia ser sério e bem comportado quando a ocasião isso exigia. Assim, em certa ocasião idealizaram uma comunhão de homens que se realizaria na Igreja do Rosário, na qual deveriam tomar parte principalmente os jovens. Concitados, como tantos outros, comparecemos à cerimônia. David era, sem dúvida, o mais compenetrado, fervoroso e contrito dos pecadores na preparação para receber a hóstia consagrada. Enquanto todos na fila estavam mãos abanando, carregando na mente os pecados que confessariam ao padre, David, na mesma fila, tinha o olhar fixo ao confessionário e carregava, não um catecismo, mas uma Bíblia que ora abria e La para si, ora fechava  e carregava embaixo do braço. E assim, como confitente, chegou até o confessor e colocou a Bíblia cuidadosa e respeitosamente no chão, ao seu lado, para que pudesse persignar-se. Os seus murmúrios junto ao sacerdote não demoraram muito, e ele recebeu a penitência, levantando-se, pegou a Bíblia e lá se foi como bom cristão e católico cumprir a penitência que lhe fora passada. O livro santo não mais foi aberto e David estava assim preparado para a comunhão do dia seguinte.
Também compareciam ao Olímpico Ely Machado Ribeiro, o Nonô, que, apesar de aqui ter uma legião de admiradoras, interessava-se mais pelos clubes de Vitória, como o Saldanha da Gama e o Álvares. Walner e o seu irmão Walcílio Botelho, sendo este último um excelente companheiro e amigo com quem trabalhamos lado a lado, ele na Prefeitura e nós na Câmara Municipal. Era uma pessoa muito determinada e tornou-se funcionário do Banco do Brasil, estando aposentado atualmente. Alberto Carlos de Queiroz, o Betinho, de vereador chegou a presidência da Câmara Municipal de Vila Velha.
Antônio Carlos Cavezan Barcellos, respeitado advogado, era também um de seus frequentadores, assim como Luiz Carlos Bernardes da Silveira. Lulu, como era conhecido, além de amigo e companheiro de infância, nos acompanhou durante a vida escolar e adolescência participando também de nossa vida adulta. Foi um forte, na expressão da palavra. Destemido, nunca rejeitou parada, sendo por isso respeitado. Motorista instruído e com espírito aventureiro, dirigia o seu próprio caminhão  e com ele viajou por esse Brasil afora para depois se aquietar-se, exercendo com competência e respeitabilidade o cargo de fiscal de rendas deste Estado, falecendo repentinamente antes da aposentadoria.
José Felipe da Silva é irmão do saudoso Dominguinho. Com ele e Oswaldo Novaes, ambos ainda vivos, por um bom período de nossas vidas percorremos Vila Velha. Quebrando a rotina da Praia da Costa, de caíque a remo fazíamos a travessia do canal que demanda a baía de Vitória, para aportar na então famosa Praia do Canto, misturando-nos aos seus frequentadores. Mais tarde fizemos esse mesmo percurso no veleiro do Dominguinho acompanhado do amigo Gilberto Barros Faria. Experimentamos a dificuldade dos velejadores no troca-troca de um lado para outro nas bordas da embarcação, numa constante mudança de posição das velas, ao sabor do vento e da direção forçada do leme.

Trechos retirados do Livro: Ecos de Vila Velha, 2001
Autor: José Anchieta de Setúbal
Compilação: Walter de Aguiar Filho, fev/2011

Trio em 1954








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domingo, 14 de janeiro de 2024

Cruz de Ouro da Serra

Nome: Associação Cruz de Ouro
Fundação: 14 de janeiro de 2002
Local: Bairro Jardim Tropical, Serra


Desenho do escudo com projeto



Primeiro modelo da equipe



Associação Cruz de Ouro é uma equipe de futebol amador 
fundada em  14 de janeiro de 2002 em Jardim Tropical, Serra, possui título de Campeão Serrano 2014  e Campeão Copa Verão 2019 como destaque de conquistas, já disputou o Campeonato Capixaba amador Interligas em 2015, 2017 e 2022.
Em 2015 sua estreia foi com emoção, encarando Ajax de Jardim Botânica(Cariacica) empate em 3x3 em Jardim Tropical, segunda rodada também em casa desaa vez time tropeçou, perdendo por 2x0 para o Botafogo de Vila Nova(São Mateus), sua primeira vitória foi como visitante, 3x0 sobre forte Barrense em Vila Velha que inclusive era o atual vice campeão da Interligas. No returno empate em Jardim Botânico com Ajax em 1x1, novo empate agora em 2x2 com Botafogo em São Mateus, e fechou vencendo Barrense na Serra por 2x1, com isso o Cruz de Ouro logo em sua primeira Interligas  já conquistava vaga para segunda fase liderando sua chave.
Mas no mata mata das quartas de final a inexperiência cobrou seu preço, na partida de ida no Campo do Quarteirão em Rio Novo do Sul a derrota por 3x0 para Vig-Serg acabou deixando a volta muito difícil, precisando golear o Cruz de Ouro precisou se expor muito e acabou perdendo por 2x1 dando adeus a competição, mas seu adversário não era qualquer equipe, Vig-Serg era o atual campeão da Interligas e foi o vice campeão nesta edição de 2015. 

Em 2017 o pontapé inicial foi em Fundão diante do Comercial com derrota por 2x1, depois vieram duas partidas em Manoel Plaza na Serra, vitória contra Barrense por 3x1  , já contra Guarapari derrota por 2x1, contra Ajax em Jardim Botânico a sua pior partida na competição, causando uma derrota por 5x1, o desempenho não era ada parecido com o ano anterior, já pelo returno derrotas por 2x0 para Guarapari, 1x0 para Ajax, a crise era tão grande que Cruz de Ouro perdeu a partida para Barrense por W.O placar de 3x0 por não comparecimento, curioso que sua despedida também foi com um W.O, agora a seu favor já que o Comercial de Fundão não compareceu a partida por já não ter mais chance de classificação.
Em 2022 a estreia com derrota por 5x0 para 7 de Setembro em casa causou péssima impressão sendo esta sim a sua pior derrota na competição. Fora de casa ficou no 1x1 com Santa Cruz em Cariacica, nos confrontos caseiros contra equipes da Serra derrotou Real Vila por 1x0 e Colina por 1x0, empatou com Furacão Independente em Cariacica por 2x2 e com União de Piranema em 1x1, na penúltima rodada em confronto direto pela vaga contra Parma outro time serrano, Cruz de Ouro venceu por 2x1 na Arena Jatão e ficou muito perto da vaga que foi confirmada na vitória por 3x2 sobre Democrata em São Conrado(Cariacica).
Nas quartas de final o Cruz de Ouro que terminou em 3º encarou o Furacão Independente 6º colocado, a vitória por 1x0 na partida de volta não foi o suficiente para reverter a ida quando perdeu por 3x1 dando adeus a competição, mas novamente Cruz de Ouro caia pra um finalista, Furacão foi vice ao perder nos pênaltis para Santa Cruz.



Equipe em 2020 no Campeonato Serrano


Cruz de Ouro na Interligas 2022





domingo, 31 de dezembro de 2023

Comercial da Ilha do Príncipe


Nome: Comercial Futebol Clube
Fundação: 08 de maio de 1957
Local: Bairro Ilha do Príncipe, Vitória



Modelo mais simples utilizado nos primeiros anos de fundação


Modelo utilizado na década de 90

Este escudo pertence ao Comercial Futebol Clube também de Vitória, mas este fundado em 19 de junho de 2015 e não do Comercial da matéria.




Comercial Futebol Clube é uma equipe amadora fundada no Bairro Ilha do Príncipe em Vitória. É mais uma equipe onde se tem pouquíssimo material sobre sua história, mas sabemos que sua fundação vem de 08 de maio de 1957, ao contrário do que se havia encontrado antes que seria de dezembro de 1960. Em 08 de maio de 2011 no Estádio Engenheiro Alencar Araripe em Cariacica que pertence a Desportiva Ferroviária foi feito um encontro reunindo jogadores veteranos e atuais para comemorar os 54 anos de fundação da equipe em 08 de maio junto com o dia das mães, com isso 
Memória Futebol Capixaba desvenda mais um mistério e reparo um erro de registro.
Sabemos que possuíam vários rivais, três deles caseiros na própria na Ilha do Príncipe, o Estrela o Vasco da Gama e o Tiradentes, onde os jogos eram recheados de emoção, jogos pegados com rivalidade raiz da várzea.
O time comercialino sempre foi uma equipe difícil de ser batida, ela primava pelo jogo técnico, geralmente montava equipes com muita posse de bola nas partidas


Foto rara do Comercial em 1981 quando conquistou um torneio amador, a partida foi a entrega das faixas contra o MELO de Laranjeiras, campo onde hoje é o Hospital Dório Silva em Laranjeiras na Serra.
De pé: Zeca (técnico), Cica, Caveirinha, Jolceny(francês), Elmo, João Luiz e Clóvis. Agachados: Paru, Paulinho, Vanderlei, Bida, Ademir e Vinho.

Nota sobre aniversário de 3 anos do Comercial em 1960 no Jornal Folha Capixaba, este que causou um desencontro de datas até a descoberta da comemoração dos 54 anos de 2011.

Comercial da Ilha do Príncipe no Salvador Venâncio da Costa do Vitoria. De pé: Clóvis, Sinval , Elmo, Cica, Jolceny e Zeca (técnico). Agachados: Paulinho, Carlão, Bida, Ademir, Vinho e João Luiz (fomos campeões invictos c/defesa menos vazada) , tempos bons aqueles.

Em 1981 um modelo diferente de escudo



Comercial em partida em Itaquari, Cariacica contra os donos da casa

Time reunido em 2014

Equipe comercialina no Engenheiro Araripe da Desportiva em Cariacica em 2011

Comercial no Estádio Manoel Araujo de Oliveira do Santos de Aribiri Vila Velha.







quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

RETROSPECTIVA 2023 FUTEBOL CAPIXABA

 Mais um ano movimentado no futebol capixaba chega ao fim, quem foi campeão quem foi vice tudo agora! A temporada 2023 chegou ao fim, com números importantes para o futebol capixaba. A Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES) realizou 12 competições no ano, com investimento de R$ 5.965,932 milhões em prol dos filiados. 664 partidas realizadas pela FES, 44 jogos em competições nacionais, sendo 18 no Espírito Santo (Campeonato Brasileiro Série D, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro Feminino A3, Copa do Brasil Sub-20, Copa do Brasil Sub-17 e Copa São Paulo de Futebol Júnior). 

410 atletas inscritos, 147 clubes participantes, 103 jogos transmitidos pela TVE, 06 jogos transmitidos pela FES TV, 01 partida com transmissão em rede nacional pela TV Brasil.

Destaque para 3º título consecutivo da equipe merengue que nunca havia conquistado o estadual e agora possui 3 seguidos, Porto Vitória que segue mandando muito bem na base vencendo 5 competições, Serra que conquistou Copa ES,  Jaguaré que venceu a Série B e retorna para 1ª divisão. Nova Venécia vence seu 1º estadual Sub 20, Ypiranga de Mimoso do Sul a grata surpresa e Vila Nova seguindo com seu domínio total no feminino.



Campeonato Capixaba Série A
Real Noroeste conquista inédito tricampeonato ao derrotar o Nova Venécia na final,


Campeonato Capixaba Sub 20
Nova Venécia foi o grande campeão ao derrotar o Porto Vitória na final!


Campeonato Capixaba Série B 
O Jaguaré conquista sua taça na final contra Rio Branco de Venda Nova, ambos sobem para a 1º divisão em 2024




Campeonato Capixaba Feminino
Vila Nova de Vila Velha continua seu domínio e conquista mais uma vez o estadual contra o Prosperidade
 de Vargem Alta



Copa Espírito Santo Sub 20
na reedição do estadual da categoria Porto Vitória e Nova Venécia voltam a se enfrentar, desta vez o Porto que conquista a taça.



Campeonato Capixaba Sub 17
Porto Vitória conquista a taça sobre o Linhares


Campeonato Capixaba Sub 13
Porto Vitória derrota Caxias de Vitória na final e conquista bicampeonato.


Campeonato Capixaba Sub 11
Porto Vitória derrota Castelo na final.



Copa Espírito Santo
A competição teve campeão inédito, o Serra derrota o Rio Branco no clássico final e leva a taça
 


Copa Espírito Santo Sub 17
Porto Vitória também conquista a taça, desta vez sobre Ypiranga de Mimoso do Sul.


Copa Espírito Santo Sub 15
O Ypiranga conquista a taça inédita derrotando Porto Vitória na final



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